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POPULAÇÃO

A atualização da população foi feita com base na taxa de crescimento demográfico verificada em cada município brasileiro, no período entre 2000 e 2010 (com base nos dados divulgados pelo IBGE). As novas informações do censo demográfico realizado em 2010 serviram de parâmetro para a atualização dos dados populacionais dos municípios brasileiros.
Portanto, a população total do país foi estimada para 2011 em 193.074.798 habitantes, projetada segundo uma taxa de crescimento demográfico de 1.29% ao ano, no período 2000 - 2011. A população estimada para 2011 levou em consideração os primeiros dados do crescimento populacional divulgados pelo censo 2010.



DOMICÍLIOS

O cálculo dos domicílios dos municípios brasileiros foi feito com base na média de habitantes por domicílio, nas áreas urbanas e rurais e atualizadas segundo a projeção da população para 2011 feita pela IPC Marketing Editora, conforme critério anteriormente mencionado.

Para se estabelecer a classe do domicílio, segundo o Critério de Classificação Econômica Brasil, partiu-se da estrutura de rendimentos domiciliares, na média BRASIL e Regiões Metropolitanas dos principais Estados, e a partir da distribuição percentual das diversas classes econômicas, determinadas pela ABEP, correlacionadas com a faixa de rendimento domiciliar em salários mínimos, foi feita uma sobreposição nos domicílios urbanos, obtendo-se os valores de identificação de cada classe segundo o nível de rendimento dos domicílios do município, segundo os resultados do censo 2010, atualizados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2009. Uma vez o modelo adaptado, foi aplicado à população urbana de cada município que faz parte do estudo.

Foram utilizados dados adquiridos do IBOPE MÍDIA – Levantamento Sócio Econômico 2010 – cobrindo as regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Porto Alegre e o município de Brasília, para se estabelecer a composição dos domicílios urbanos segundo as classes econômicas ABEP. A partir do cruzamento das informações sobre a renda domiciliar e a classe econômica do domicílio estudado, estabeleceu-se um modelo onde cada uma dessas regiões passou a ser referência na composição das classes, segundo a participação de cada faixa de renda. Baseado na combinação das classes econômicas foi estabelecido uma matriz, sendo que uma das entradas identifica a classe econômica e a outra entrada identifica a renda domiciliar. Assim pode-se verificar que uma determinada classe econômica é composta por um percentual da classe de renda n1, um percentual da classe de renda n2 e assim por diante.

Essa referência serviu para compor as classes econômicas de cada município, usando como referência a região metropolitana que mais se aproxima da distribuição da renda do município em pauta, para aquela faixa de rendimento específica. O processo se repetiu para cada faixa de rendimento e o padrão de referência do município foi sempre o da região metropolitana que apresentou uma composição homogênea, pois as mesmas foram tratadas como variáveis autônomas e independentes em cada município. A partir da composição das classes em cada município procedeu-se ao ajuste final de redução à unidade, tendo-se a população de domicílios composta percentualmente pelas 8 classes econômicas.

Finalmente foram comparados os resultados obtidos nessa operação, projetando-se o total Brasil, com os dados da ABEP observando-se as seguintes diferenças, por classe econômica:


 

Vale salientar que o Critério de Classificação Econômica Brasil, definido pela ABEP, é exclusivamente de classes econômicas, abandonando a pretensão de classificar a população em termos de classes sociais. Usando-se as devidas técnicas, o Critério de Classificação Econômica Brasil permitiu estabelecer um parâmetro confiável de renda familiar de cada classe, em termos de renda média familiar mensal.

A consolidação dos dados de classificação econômica de todos os municípios brasileiros resultou numa estrutura econômica urbana do Brasil, que comparado ao modelo ABEP não apresentou diferenças significativas, conforme se observa no quadro abaixo:



POPULAÇÃO ALFABETIZADA

Como informação sócio-demográfica útil no planejamento de marketing da maioria dos produtos de consumo e de serviços, escolheu-se o número de pessoas alfabetizadas, que teve seu cálculo baseado na população capaz de escrever ou ler uma frase simples, além de saber desenhar o nome, excluindo-se aquela compreendida na faixa entre 0 a 4 anos de idade.


DENSIDADE DEMOGRÁFICA

O cálculo da densidade demográfica foi feito dividindo-se o total da população estimada para 2011 em cada município brasileiro por sua respectiva área. O resultado está expresso em habitantes por km2.

DISTÂNCIA DA CAPITAL

Refere-se a distância geodésica do município em relação à Capital da UF, calculada em linha reta, da sede do município em referência até a sede da Capital da UF. Está expressa em quilômetros (km).